Rapidinha

Quarta, 6 de Agosto de 2008

Onze e meia da noite. Volto da faculdade para a agência, para mais um bocado de trabalho. Antes, uma passadinha no banheiro para necessidades fisiológicas 1 e 2. Como é de praxe, pego a Meio e Mensagem para aproveitar o tempo “ocioso”. Tempos modernos é isso. Agora me deparo com um dos anúncios da W/Brasil, que já vêm me chamando atenção há algumas edições. Sempre admirei Washington Olivetto como publicitário (redator), e esse anúncio quebrou tudo, principalmente pelo texto que não é apenas um “vem pra cá você também”, mas algo pra se pensar.

Parabéns para o Washington. Ou, pra não fazer injustiça, para o autor do texto também.

Título:
Se sua agência nunca erra, entregue sua conta para a W/Brasil.

Só um erro pode salvar sua marca.
Erros nos fazem avançar.
Estar sempre certo significa que você não corre riscos.
Que não inova.
Isso é o contrário de ser criativo.
Quem não corre riscos está preocupado em manter o que tem.
Só que essa é a maneira mais rápida de perder tudo.
A publicidade segura morreu de velha. Foi embalsamada pelos guardiões das regras de marketing.
Eles são jovens, mas estão cheios de passado.
Inventam pesquisas para justificar a mesmice e o cansaço de idéias.
Sua marca não precisa de gente que faça as coisas certas.
Precisa de frio na barriga.
Porque só quem se permite errar pode mirar no impossível.
Todos os dias, a W/Brasil busca incansavelmente o erro.
E é assim que ela, orgulhosamente, faz da propaganda brasileira uma das melhores do mundo.

Clap, clap, clap! =)

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O Novo X da Questão

Terça, 29 de Julho de 2008

Eu gosto de conhecer coisas novas, seja lá o que for: comidas, lugares, esportes, programas e/ou bandas. E quando eu vejo alguma dessas coisas que valem à pena ser comentadas, obviamente eu vou comentar, e claro, do meu jeito. E é por isso que hoje eu vou falar sobre uma nova banda que ganhou meu respeito, a X-Positivo. Uma gurizada nova e com cacife pra brigar com muita banda xumbrega que tá fazendo o maior sucesso por aí.

Como já virou prache comentar, a banda começou como Hipertensão, e por mais curiosidade que eu tivesse em ver algum show dos caras, nunca rolava, por um motivo ou outro. Pois bem, a banda encontrou alguém que resolvesse apostar no talento (verdadeiro) da gurizada. Tudo bem que esse alguém ainda não me inspira muita credibilidade, mas tem contatos e noção de como fazer as coisas, o que é deveras melhor que a banda ficar só pelas casas da cidade. Contudo, a primeira impressão não é a que fica.

Com essa mudança, a banda fez um evento de inauguração e mostrou, ao vivo, o seu potencial. E foi ali que nasceu minha admiração. Músicas boas, bons instrumentistas, vocalista e presença de palco ducaralho. Tudo isso bem aqui pertinho e, por enquanto, de graça.

Mas como nem tudo é perfeito, a produtora fez sua cagadinha. Nas músicas para o CD Demo, o editor de som quis mostrar que sabe fazer efeitinhos. Deixou tudo meio mecânico e o vocalista perdeu seu timbre original de voz que é ótimo. Ou seja, se você gostar do som que até o momento está no site para baixar, vai adorar assistir o show dos caras ou escutar as músicas numa próxima remessa mais decente.

Abaixo, coloco um vídeo do show que citei, feito pela equipe do Parâmetro da Festa. Uma provinha pra marcar o primeiro passo da carreira desse pessoal que sem dúvidas vai ir além das bandinhas xumbregas que andam por aí.

Sucesso, gurizada! Vocês têm carisma, talento e humildade. Agora é botar o pé na estrada e fazer a nossa música muito mais feliz!

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Caralho.

Terça, 8 de Julho de 2008

Quanta gente burra nesse mundo. A começar comigo, que não atualiza o blog há tanto tempo. Fico brabo comigo mesmo por isso, mas enfim, tenho que tentar me reorganizar pra voltar a postar mais frequentemente. Mas ainda tem gente mais burra que eu. A polícia, por exemplo. Eu não vou generalizar, mas o geral tá decepcionando mesmo, putaqueopariu! É assistir o jornal e ver quanta burrada eles estão fazendo, por aí. Sem comentários. Ou vários deles, mas se começar a falar especificamente disso, não paro mais.

Tem outros tipos de burrões também. Por exemplo, um pangaré andou tomando anabolizante veterinário pra ficar gostosão. Vai ver ele percebeu que era um pangaré mesmo, e comprou o produto mais adequado. Ah, fala sério! Se esses negócios fizessem crescer o pinto, vá lá, ele ainda poderia ter um “motivo” pra se explicar: ele era casado e o microbingulin poderia atrapalhar, ou melhor, nem isso. Mas essas porcarias só fazem a criatura se transformar em um balão, bem inchado. E o gostosão ainda gostava de exibir seus “músculos”. Imbecil! Só fico com pena dos pais e esposa, que apesar de ter um filho/marido burro, era da família. Ainda com a pequena diferença de que os pais, coitados, não puderam escolher.

Tem ainda um outro burro que aprova uma lei contra si. É a tal da Lei Seca, coisa mais ridícula. Mais ridículo ainda é ver que até os padres estão tendo que mudar seus hábitos pois o gole de vinho que eles tomam durante a missa já é considerado um absurdo pela lei. E pior, galera que usa antiséptico bucal tá ferrada, pois um bochecho já fica no limite do permitido. Ou seja, se você tiver comido um bombom de licor antes de escovar os dentes e usar o antiséptico, É CANA na hora!

Falando em cana, é daí que vem o que o burro mais gosta: a caninha, cachaça, mé, martelinho… Só que ele pode beber uma dose e mandar o motorista para o Palácio da Alvorada, às custas de uns 190 milhões de pessoas. E o cara responsável que gosta de beber um choppinho decentemente, tem que ir preso ou pagar táxi, às custas de um salário mínimo. Bom, muito bom! Como sempre são os bons que levam por outros burros, e eu sinto isso na pele. Paciência, o mundo é mau.

O título foi meio pesado dessa vez, mas não havia outro melhor. Foi exatamente o que eu esbravejei quando vi cada notícia dessa. Desculpa, galera, mas todos vocês são grandinhos o bastante pra ler esse tipo de expressão, né? Mas o blog é sem censura, em todos os sentidos! ;)

Grande abraço!

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Vergonha de Postar

Terça, 1 de Abril de 2008

Hoje vamos falar sobre vergonha. Isso mesmo, algumas coisas que nos fazem sentir vergonha. Ficar dois meses sem atualizar o blog, por exemplo, me faz ficar morrendo de vergonha, até de postar denovo. E eu nem vou dar motivos que me levaram a ficar esse tempo com o blog desatualizado, porque a cada post eu dou uma desculpa, verdadeira, mas diferente. Mas, como bom brasileiro, sempre acredito que as coisas vão melhorar e eu vou conseguir deixar vocês mais frequentemente felizes. Não que vocês se sintam felizes quando eu escrevo um post, mas EU fico feliz, então VOCÊS TÊM que ficar felizes porque EU tô feliz. Entenderam o esquema, né? É simples!

O ponto bom de ficar todo esse tempo sem atualizar é que, pra quem não acompanha seguidamente o blog, basta ler o post anterior a esse para lembrar que eu tinha escrivinhado que havia uma coisinha para contar. Essa “coisinha” é pequenininha mesmo, mas a lenda de que os melhores perfumes estão nos menores frascos se aplica nesse caso. E nem venham fazer gracinhas dizendo que os piores venenos também. Minha “coisinha” tem nome, sobrenome, um rostinho lindo, personalidade forte, sorriso encantador e, graças à Deus e a mim, é do sexo oposto ao meu. Ah, e é claro, o motivo maior da minha felicidade. =)

Na faculdade peguei umas cadeiras bacanas. Bem, com exceção de Filosofia da Comunicação, que é um pé no saco, ao menos por enquanto. Comunicação Visual é bacana, a professora é bastante receptiva e o conteúdo legal, mas tô achando muito básico e não consigo me interessar muito. Resumindo, por enquanto tá quase um saco. A parte boa é que tem uns trabalhinhos de criação pra fazer. Mesmo que simples, servem pra exercitar um bocado.

O trabalho tá indo de vento em popa. Tem bastante trabalho e em alguns dias eu quase enlouqueço, mas tudo tende a entrar num ritmo mais normal. Isso porque contratamos a Lica, minha irmãzinha (ou quase isso), para trabalhar fazendo atendimento e os trabalhos que nos roubam mais tempo. Como a gente já se conhece há bastante tempo, tudo flui muito melhor também. E, em última mão, estamos contratando mais uma figura para a criação. Aí sim, provavelmente voltarei a postar aproveitando o horário do almoço. Coisa boa! ;)

Falando em horário de almoço, o meu terminou, tenho que voltar pra correria. É hora de dar tchau!

Tchau!

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Feliz Ano Novo!

Segunda, 28 de Janeiro de 2008

Ho, ho, ho! Feliz Natal! E um próspero ano novo, cheio de realizações!

Pois é, acho que cheguei meio atrasado. 28 dias, pra ser mais exato. Mas desejos de felicidade nunca são demais. Por falar em felicidade, eu ando muito feliz ultimamente, literalmente. Algumas vezes saio sorrindo pela rua, mas até aí, tudo muito normal pra alguém com o meu grau de insanidade. Dá uma vontadezinha de dar uns saltinhos no estilo “singin’ in the rain”, mas eu acho que estranhariam esse comportamento, não sei porquê. Melhor evitar ganhar um passaporte pro hospício. Mas a vontadezinha continua ali, a todo vapor.

Eu estou feliz por muitas coisas estarem dando certo. Mais um tempinho, e eu acho que dá pra contar a quem ainda não sabe. Emendando, eu quero dizer que estou um tanto chateado. Não precisava misturar os dois sentimentos aqui no mesmo post, mas eu acho pertinente. Coisa passageira, mas afinal, esse blog foi feito pra eu desabafar e falar tudo que é merda que eu penso.

Sempre recebi elogios sobre os meus textos, tanto no blog como no trabalho, no jornal e na faculdade. Pode ser uma mega equipe superorganizada e eu posso estar no meio de uma espécie de Show de Truman. Mas eu não acho que escrevo mal também, pelo contrário. Aliás, eu sei que faço bem simplesmente pelo prazer que eu tenho em escrever.

O negócio é que eu não tô conseguindo fazer isso ir pra lugar algum. Tá sempre tudo aqui nesse mundinho, com poucos, porém importantes leitores. Mas é por vocês também que eu revolto. Porque vocês também ficariam felizes em me ver cada vez mais inspirado. E parte da minha inspiração pode vir ao saber que tem bastantes pessoas lendo meus textos. Talvez esse seja um sonho que está surgindo e tem muito a florescer, mas eu já tô sentindo essa (imensa) vontade.

Putaqueopariu, quando é que tudo o que eu me esforcei pra aprender e desenvolver até hoje vai começar a dar pequenos frutos? Não tô dizendo que tô pronto, mas sinto talento sobrando pra colocar em lugar nenhum. Hipocrisia? Pense o que quiser. Me considero apenas um cara que sabe reconhecer suas próprias virtudes, com um bocado de ambição.

Melhor pensar no que tem sido bom.

I’m siiiiinging in the rain… Lá rá, lá rá, lá rá… :)

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Comidas de Longo Prazo (E Curta Duração)

Quarta, 19 de Decembro de 2007

Algumas comidas são muito mais gostosas no dia seguinte ou até mesmo alguns dias depois. Tem dondocos e dondocas por aí que não comem, afinal, depois que a comida deixou a panela ou a travessa de vidro e tocou um pote de plástico, já não presta mais. Pode ser até Tupperware, não adianta. Eu acabei de comer uma massa que fiz sexta feira (5 dias?) e tá maravilhosa, melhor que no dia em que fiz. E aposto que não vou ter nenhum ataque espasmódico ou coisa que o valha.

Mas nem sempre fui assim. Nem tão nojento quanto talvez vocês acabaram de pensar. Eu tinha várias frescurinhas que hoje não tenho mais, graças a Deus. Ou à vida de morar sozinho. Esses dias mesmo comi um cacetinho (traduz pro gauchês, pessoal, sem malícia) que tava embaladinho, lá em cima da mesa, há uma semana mais ou menos. Claro, tava duro que nem pedra, mas comi como torrada, sem mesmo torrá-lo. Quem diria, há quatro anos atrás, que eu faria uma coisa dessas? Mas não tô nem aí mais.

Voltando às comidas que ficam melhores nos dias seguintes, podemos citar a lasanha. Putz, lasanha no dia seguinte é o luxo. Quase dá pra comê-la fria. Se for de frios, dá. Chega em casa com fome, tem ali os pedacinhos cortados de lasanha, como bolo. Nhac! Já era o pedaço de lasanha, ou a lasanha inteira, para os mais esfomeadinhos.

Bolo de macarrão também. Ô coisa boa de comer nos dias seguintes. Claro, vale à pena ter um pouco de bom senso e tomar cuidado para comidas que levam creme de leite, ovos, essas coisas. Eu fiquei desfrescurado, não burro. Aliás, nem digo desfrescurado, mas passei a perceber como é bom algumas simplicidades da vida. Não sei se isso é um sinal de evolução ou velhice. Ou os dois, quem sabe.

E churrasco? Bom, esse eu não acho tão bom quanto saindo da brasa, escorrendo, suculento. Mas e um carreteiro no dia seguinte ou à noite? Putz, não tem melhor. Se sobrar uns ossinhos com carne, melhor ainda, dá pra fazer um caldo de carne show de bola. Uma vez eu fiz dessa, lá em Minas. Pedi pro açougueiro uns ossinhos e ele me olhou com cara de sol e disse: “- Ahn?”. Eu disse: “- É, essas carnes que a gente compra pra dar pros cachorros”. Quase zombando da minha cara ele tirou da geladeira um osso do meu tamanho e mostrou: “- Assim?”, enquanto eu retrucava: “- Tá perfeito, é isso aí”. Ele cortou tudo em pedacinhos e nem quis me cobrar. Quase passei por idiota, mas fiz o meu caldo de carne caseiro e o carreteiro de churrasco ficou uma maravilha.

Sei lá mais o quê colocar de “comidas que ficam melhores no dia seguinte”. Mas você certamente tem alguma que aprecia. Se ainda não, comece a experimentar essas que citei. Pode apostar que você se tornará adepto(a) dessa mania, talvez de pobre, mas que nos dá prazer, e é isso que importa.

Acabei de comer minha massinha, vim escrever o post e o sono tá batendo. E o calor ainda ajuda nessa busca pelo ócio. Praia, férias, viagem… Melhor voltar à realidade…

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Everybody’s Free

Sexta, 14 de Decembro de 2007

Ahhhhhh… Finalmente, final de semestre. Os trabalhos já eram, as provas também. Já tô me sentindo de férias. Isso não significa que terei mais tempo livre pra fazer sei lá o quê, pois aí, o que acontece é que eu fico trabalhando ao invés de estudar.

Esse semestre foi phoda. Peguei uma cadeira de psicologia que foi um saco, exatamente ao contrário do que eu imaginei que seria, pois eu adoro psicologia. O trabalho que a danada nos deu também foi um saco, mesmo com o tema à nossa escolha. Ainda inventei de pegar uma outra cadeira, lá dos últimos semestres, porque tinha achado o nome muito interessante. Aí sim…

Carinhosamente atribuí ao professor o apelido-adjetivo “demente”. Logo na primeira aula saquei que a cadeira seria puxada, pra não dizer outra coisa. Aí apareceu um trabalho pra fazer, em grupo. Todo mundo sabe como é trabalho em grupo na faculdade, né? Nem vou comentar. Mifu, mas deu tudo certo.

Depois desse trabalho, teve a segunda parte. Aí sim, todo mundo sifu, uns mais, outros menos pra não fugir da regra. Leitura de livro, pesquisa de mercado, avaliação de público alvo, conceituação e criação do produto e a mesma coisa pra propaganda, embalagem, relatório final e estande que teve que ser montado de verdade durante uma feira criada especialmente para a ocasião, com apresentação de todos os trabalhos concorrentes.

Nessa suruba toda eu acabei levando ferro também. Frase gay, mas como eu não tô nem aí pro que os outros pensam, digo ainda que gostei e aprendi muito com isso. Pude superar algumas dificuldades, treinar minha liderança e sentir na pele como é fazer o desenvolvimento de um produto com todas as suas questões estratégicas. Claro, de uma forma bem mais amadora do que seria em uma prática de verdade, com empresas e produtos de verdade. Mas foi demais.

No dia seguinte ao primeiro trabalho da matéria cheguei na agência e disse que, se não tirasse 10 nessa cadeira, seria um mico de circo. Que merda, sou um mico de circo com 9,6 de nota final. Voltando ao Demente, digo, ao professor, eu nunca tinha visto um sistema tão detalhado de avaliação dos alunos. Fantástico. Cada um sabia exatamente o que devia fazer, e não era muito, a cada aula. Nem prova tinha. Se participou, ganhou nota e foi bem. Não cumpriu, se ferrou. Ou seja, ao mesmo tempo que era extremamente simples, acabava sendo “difícil” se os alunos não se empenhassem um pouquinho a cada aula. Isso obrigava todos a participarem, trocarem idéias e discutirem os pontos de vista. Adorei.

Parabenizei o Demente como ele realmente mereceu. E não tô fazendo nenhum puxassaquismo, até porque eu não tenho a mínima necessidade disso, já que minha nota já foi dada, e ele (infelizmente) não dará mais aulas na faculdade. Que merda denovo, pois tá precisando de profissionais assim por lá. De teoria pura sem prática já me basta o ensino médio e fundamental. Faculdade tem que ser ação, preparação pra meter a cara no mercado, onde tá todo mundo dando socos e pontapés sem olhar pra onde. Aliás, nem digo mais preparação, pois grande parte já está inserida no mercado. A faculdade tem que fazer a adequação de seus alunos, abrir seus olhos pra que ele consiga estar diferenciado o tempo todo e chegue ao final do curso bombadão, botando o dedo na cara de concorrente que vai ficar com medinho, sim. E não venha me dizer que depende só do pobre coitado.

Nem vou começar a entrar nessa discussão porque, especialmente esse assunto, me revolta. Não quero uma instituição que fique passando a mão na minha cabeça, dê tapinha na bunda e nota boa só pra sair mostrando o histórico lá no final. Parece até um presidente companheiro que a gente conhece, de um país aí pelo mundo. Quero sim, uma faculdade tipo Capitão Nascimento, que abra os olhos, deixe você se f*&%#, porque é aí que a gente aprende. Uma faculdade que bata na cara até que você aprenda a apanhar e tenha coragem de revidar com mais força ainda. Eu é que não tenho medo disso. De fracos e incompetentes o mundo tá cheio.

Tá com medinho? Pede pra sair.

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Loading Looks

Sábado, 17 de Novembro de 2007

Bom dia, boa tarde, boa noite, caros leitores! Só pra não perder o costume dos últimos posts, vou começar esse reclamando, desculpando e lamentando da minha falta de tempo para postar. Bastante trabalho, trabalhos todidos na taculdade e outros motivos que atualmente absorvem minhas expontâneas prioridades. Pois bem, agora vamos falar um bocado de bobagem.

Vou falar bobagem porque agora já está tarde. Na verdade não está tarde nada, mas a oportunidade para postar me pegou meio de surpresa. Estou na casa de uma amiga, com quatro mulheres que estão piores que melancia quente e uma outra mais comportadinha. Ainda bem. Vim pra casa dela pra gente comer uma pizza e depois esse povo todo se arrumar para a festa Parâmetro in Concert que vai bombar com certeza daqui a pouco. Aí, como infelizmente eu tenho que esperar de fora essa mulherada se arrumar, tive duas escolhas: olhar televisão ou usar o computador. A primeira idéia foi de olhar TV, mas aí pensei: “claro! Vou postar!”.

Com certeza eu tenho tempo para postar várias vezes, ou ainda, postar e olhar um “bocado” de televisão. Se uma mulher já demora pra se arrumar, imaginem seis reunidas e dando pitacos umas para as outras. Loucura total. Eu ouço apenas gritos, murmurinhos, tamancos andando pra lá e pra cá… Mas é certo que o bicho tá pegando lá dentro.

Eu não sei do que falar, até porque já estou com a cabeça na festa. Louco pra chegar. Terão várias bandas boas e outro ambiente com música eletrônica. Ando meio caseiro, mas essa festa sem dúvida é motivo pra me tirar de casa.

Tô eu aqui, na frente do computador, até bocejando, e minha única companhia é a Tita. A Tita é a poodle da minha amiga, uma companheira muda e que só sabe dar a pata. Mas é uma gracinha.  Agora que já falei algumas palavrinhas, vou lá olhar televisão com a Tita. Talvez ensiná-la a rolar ou fingir-se de morta. Também tem Bis, que ela adora. E Amarula, pra me deixar com mais sono.

Isso, vou lá assistir TV com a Tita e me concentrar em mandar o sono embora…

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É duro, quando broxa.

Segunda, 29 de Outubro de 2007

Esse negócio de escrever é difícil. Aliás, escrever é fácil. Encontrar o que escrever que é difícil. Ou melhor, escrever sobre um assunto específico é fácil. Escrever sobre qualquer coisa que se torne interessante aos leitores que é difícil. Ou ainda, fazer algo se tornar interessante aos leitores é fácil. Escolher sobre o que escolher que é difícil. Putamerda… Esse negócio de escrever é difícil.

Eu tenho uma facilidade tremenda em escrever sobre qualquer assunto. Claro, gosto de escrever do meu jeito. Essa coisa de ter padrãozinho pra escrever ou fazer qualquer outra coisa tá por fora. Por isso que metade do dinheiro que você gasta na faculdade pode ser enrolado em notas de 100 reaus e delicadamente utilizado para higienizar o ânus. Ora, se fosse pra todo mundo fazer tudo igual, ninguém se destacaria, a não ser aqueles filhinhos de papai amigo de infância do Roberto Marinho. Sem contar que o mundo seria um saco. Por isso que eu gosto de publicidade, sempre tem alguém tentando inovar, mesmo quando a intenção é passear em Cannes em vez de fazer o cliente vender. Não acho isso bonito não, mas que dá uns trabalhos “duca”, isso dá.

Mas voltando ao assunto de escrever, eu todos os dias fico pensando em algo pra escrever no blog, mas acabo achando tudo desinteressante. Sei lá… Também não quero escrever sobre qualquer coisa só pra ter o que postar. Quando eu faço algo, gosto de fazer com empenho e fazer bem. Sou chato, perfeccionista, detalhista, minimalista e às vezes individualista também. Mas faço direito. Ao menos sob a minha concepção de “fazer direito”. =D

Enfim, o filtro de assuntos para postar tá bem exigente nos últimos tempos. Falando em assuntos para postar, assisti Tropa de Elite e é do caralho. Ótimo, e por enquanto, perfeito. “Por enquanto” porque ainda vou assistir algumas dezenas de vezes e talvez achar um ou outro defeitinho. Vou tentar fazer um post sobre ele nos próximos dias. Provavelmente não terei muito o que criticar, e certamente vou babar ovo do José Padilha até ele fazer alguma merda. Agora ele tá ferrado, quero ver fazer algum próximo trabalho igual ou superior ao atual. Taí o desafio!

Obs.: sem brincadeirinhas sobre o título. Também não tô afim de explicá-lo. Pense um pouquinho, leia o texto mais uma vez e descubra você mesmo(a).

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Sabe da Última?

Terça, 23 de Outubro de 2007

Gente do céu… Já tenho coleção de posts pedindo desculpas e/ou reclamando que o blog fica desatualizado, que não tô tendo tempo pra escrever, e por aí vai. Mas tá assim mesmo. Trabalho e faculdade juntos são uma combinação que nos consome à valer. Tudo bem, tudo bem… Sei que ainda vou colher esses frutos! Mas pra ninguém dizer que isso aqui tá esquecido, vou colocar, mais uma vez, um texto publicado no Jornal A Hora, na coluna do Parâmetro da Festa. E o assunto é bastante pertinente ao atual momento, então, fechou todas! Aí vai!

É brincadeira… Passo um dia fora e esse pessoalzinho do Parâmetro toma conta da coluna e ainda me desmoralizam. Trocar vocês por um soninho? Jamais! Digamos que fiz uma permuta. Uma folguinha depois de ajudar mais de 3.400 pessoas (segundo pesquisas recentes) a xavecar eficientemente.

Obs: só pra vocês entenderem o porquê desse primeiro parágrafo, vou explicar. Semana retrasada fiquei trabalhando das 8:00 às 13:00 do dia seguinte. Parei pra ir na aula e voltei pra agência.  Aí, durante a tarde fui tirar um soninho, já que teria aula à noite denovo. O Bladt teve que fazer a coluna, e explicou essa história lá. Disse que eu havia trocado os leitores por um soninho! Eu tinha que me explicar melhor, né não? Seguimos o baile:

Ao menos acertaram em dizer que a coluna ficou cheia de gente bonita. Isso é verdade! Mas chega de blá blá blá. Vamos falar de assuntos úteis. Fofoca, por exemplo. Vamos fofocar sobre os fofoqueiros. Justo, um dia é da caça, o outro do caçador.

O assunto é tão instigante que deveria ter verbas do governo estadual destinadas às universidades a fim de desenvolver pesquisas científicas sobre a fofoca. A coisa fica ainda pior no nosso caso, em que a maioria vive em cidades pequenas onde todo mundo se conhece, e teoricamente todos sabem tudo sobre a vida de todo mundo. Ou acham que sabem. Ou sabem de uma outra forma. Ou não sabem nada mas dizem o que acham que sabem. Enfim…

A fofoca tem um poder tão grande que, se pudéssemos transformá-la em meio de comunicação de massa, seria extremamente ágil e eficiente. Exemplos na minha própria família. E talvez na sua também. Algumas novidades e acontecimentos chegam instantaneamente aos ouvidos dos outros membros, incluindo minha mãe, que mora na Espanha. Isso quando ela mesma não me conta alguma novidade daqui. E viva a tecnologia!

Falando em tecnologia, o Orkut é um prato transbordando para os fofoqueiros. Algumas namoradas e namorados certamente fazem plantão no profile da pessoa amada. O campo “relacionamento”, onde diz se você está solteiro, namorando, casado ou sei lá o quê também é muito visado. Tente fazer um teste e coloque um status diferente do seu real, cronometre quantos minutos vai demorar para você receber uma ligação de alguém querendo saber da novidade. Sem contar os scraps e depoimentos!

Outra característica da fofoca é o efeito bola de neve. É assim: você diz pra alguém que comprou um carro ano 1980 e parcelou em 16 vezes porque tem que comprar 4 rodas novas. Aí esse alguém conta pra outro alguém, que contra pra mais alguém e por aí vai. No final, você será dono de 4 carros novos com 16 rodas que comprou por R$1.980,00 cada.

Enfim… Ninguém está livre dos ataques fofocalísticos ou fofocalhudos de fofoqueiros que só sabem fofocar. Nem mesmo nós conseguimos evitar sempre de contar uma novidade cabeluda para alguém. Parece que ficamos mais importantes, as pessoas nos consideram super antenados. EU não ligo pra isso. Mas cá entre nós… Vocês já sabem da última novidade do Parâmetro?

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